segunda-feira, 2 de junho de 2014

O Sol

Vem por entre as frestas e preenche meu coração
Me diz por onde começar
Para onde ir
Quando nada parece igual.
Permite o canto, permite o riso, permite a lágrima!
Ah, o sol, quanto não parece ser quando apenas a lua o completa, por tamanha imensidão. 

(Ellen)

Sem título


Faz planos
Sorri
Cresce
Briga 
Revê e começa tudo de novo
Busca no outro
Ama
A gente vive no e com o outro
De repente tudo acaba
De repente tudo começa
O mais importante é se permitir
em algum momento estar no outro.

(Ellen)

ECO NO SILÊNCIO

É, o silêncio pode ser ensurdecedor.
Ou harmônico.
Ou os dois ao mesmo tempo.
E silêncio, ele pode ser?
Na maioria das vezes é, mas só exteriormente.
Pode ser ensurdecedor.
Pode ser um poema, pode ser uma flor.
Vazio ou cheio de amor!
Pode ser alegria ou dor,
mas pode ser apenas o silêncio exterior.

Nosso poema coletivo, com Bruna Luíza Freiberger, Tairine Gabriela Pereira,Francieli De Souza Francisco e Ellen Caroline.
parte de mim quer voar... voar!
parte de mim só sentir amar!

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Desencontro


Parece que o que sinto arranquei do coração e escorre pelas mãos,

escorre entre os dedos, como uma lágrima que vai 
Mas as vezes volta,
Volta maior, mais bonito, mais intenso
Parece que me perdi entre mim mesma e já não posso me encontrar
Sinto que fui e não voltei
Sinto também que voltei, mas não fui
Percebo que tudo se perde
Vejo que tudo se encontra
No desencontro perco a direção
E já não sei para onde caminha meu coração

domingo, 13 de abril de 2014

Busco


Busco algo que não encontro
E continuo a procurar
Mas o que é?
Mas o que há?
Busco entre os olhares
Entre os pares
Entre os des-pares
Eu continuo a buscar
Entre as folhas
Entres os grãos de café
Busco um eterno amar
Um eterno não encontrar
Um jeito de revolucionar
Busco, 
E na simples busca sinto que o mundo pode mudar. 
e exige um muito mais que um buscar

(Ellen)

domingo, 25 de agosto de 2013

Amor é COMUNismo

Os corações são tão vermelhos que nem conseguimos identificá-los de outra cor se não essa que nos afugenta e acalma, nos desperta e nos aperta
É algo tão grande que nem nos cabe
É tão grande que não cabe dentro de mim
É um acreditar menos ingênuo e sempre tão real
É um possível, é um igual
A gente pulsa no mesmo ritmo
A gente grita no mesmo tom
A gente abraça no mesmo aperto
A gente sente na mesma mão, no mesmo corpo, nos mesmos pés
Vamos traçando um caminho que não é meu, nem seu... é nosso!
Aí você descobre que o nome do “nosso” é o amor
Percebe que gritar por igualdade e fim da exploração corresponde ao sentimento mais lindo e mais puro, o AMOR

É o amor que nos move, não são desejos individuais... é o amor, é a ele que atribuímos o nosso ser comunista.